O ateu e seus companheiros.

 

Este fato aconteceu mais de duzentos anos, na cidade de Paris (França). Jean d’Alembert (1717-1783), filósofo, matemático e físico que participou da edição da primeira enciclopédia publicada na Europa, frequentemente usava sua inteligência para menosprezar a religião.

Certa vez ele estava num palácio e começou a vangloriar-se de ser ateu, ou seja, de não acreditar em Deus. Ele assim dizia:

-“Neste palácio somente eu não creio e nem adoro a Deus.

Entretanto, uma mulher de fé que ali se encontrava lhe respondeu:

-“O senhor está muito enganado, caro d’Alembert. O senhor não é o único ateu que existe por aqui. Existem outros neste palácio que também não acreditam em Deus.”

Admirado, o intelectual perguntou:

-E posso saber quem são esses meus companheiros, minha senhora?

-“Claro!” – retrucou ela complementando: - “são os cães, os cavalos e os burros que estão no pátio”…

 

Amiguinhos: com todo o respeito àqueles que ainda não acreditam, diríamos que apenas um ser sem inteligência pode negar a existência de Deus. Há, entre tantas, uma linda canção de nossa Igreja que assim declara:

“Olho em tudo e sempre encontro a Ti. Estás nos céu, na Terra, onde for. Em tudo o que me acontece encontro o Teu amor. Já não se pode mais deixar de crer no Teu amor. É impossível não crer em Ti (meu Deus), é impossível não Te encontrar, é impossível não fazer de Ti meu ideal.”

Por isso digamos todos: “Obrigado, Senhor, pelo dom que nos destes de acreditarmos em Ti, mesmo quando muitos ainda insistem em não acreditar. Amém!

 

Deus os abençoe.